Impacto da greve dos caminhoneiros no supermercados de São Paulo.

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Fonte: Folha de São Paulo

A partir desta semana, começa a faltar carnes, frios, leite e derivados nos supermercados da cidade, além de frutas, verduras e legumes, produtos mais perecíveis cujo abastecimento já estava dificultado desde o início da paralisação. Os mercados menores são os que sofrem mais, já que têm menos espaço para estoque. Em hipermercados, a falta é menos notada. Itens como cebola e batata chegam a custar o dobro, onde ainda são encontrados. Segundo a Apas (Associação Paulista de Supermercados), os comércios tem ainda estoque para aguentar a paralisação por cerca de 15 dias. O setor estima que, ao fim da paralisação, seja necessário de 10 a 20 dias para recuperar a normalidade do abastecimento.

No Ceagesp, maior central do país de abastecimento atacadista de frutas, legumes e verduras, a situação também continua complicada. Só chegam produtos do cinturão verde da cidade, como hortaliças, temperos, folhas, pepino, tomate, chuchu, que chegam por rotas alternativas. Resta também frutas conservadas em geladeira, como maçã, pera e uva. Não há mais mamão, coco verde, melancia ou abacaxi. Nesta segunda, o centro só recebeu 10% do esperado.

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